segunda-feira, 6 de junho de 2011

Vídeos da segunda guerra mundial

http://www.youtube.com/watch?v=Hk1J7aftry4
http://www.youtube.com/watch?v=7hbcoUtIpyk
http://www.youtube.com/watch?v=whXOHmfPHJk

Derrota do Eixo

Apesar da evidente superioridade militar dos Aliados, as tropas alemãs resistiram ainda durante meses. Mesmo com a maior parte do território alemão ocupado, os voluntários do Partido Nazista continuaram lutando. Em 30 de abril de 1945, Hitler se suicidou. Em maio, seu sucessor, o almirante Dönitz, assinou a capitulação alemã. Em 14 de agosto, após o lançamento das bombas atômicas, o imperador do Japão rendeu-se incondicionalmente. Com o final da Segunda Guerra, a ascensão dos Estados Unidos e da União Soviética como superpotências criou um novo panorama mundial.

Ilustrações da segunda guerra mundial



Depoimento do Co-Piloto Enola Gay, Robert Lewis

Às duas da manhã, a bomba de cinco toneladas, apelidada de Little Boy,foi colocada no avião.

Robert Lewis:“Com quase sete mil galões de combustível, a bomba e 12 homens a bordo, o bombardeiro estava perigosamente pesado”.

Um acidente na decolagem, por mais comum que fosse, poderia causar uma catástrofe na base. O jeito era levar a bomba desarmada e montar o dispositivo de disparo a bordo, trabalho que ficou a cargo do capitão Parsons. Por volta das 2 da manhã do dia 6 de agosto, Enola Gay e o copiloto sobrevivente Robert Lewis mudariam então os livros de história.

O avião levaria cinco horas e meia para chegar ao destino. Se permitiu que os aviões americanos avistassem seu alvo, o céu claro sobre Hiroshima também possibilitou que seus habitantes percebessem a aproximação de seus problemas.No avião, o major Thomas Ferebee ajustou os aparelhos e mirou para que a bomba atingisse uma ponte que cortava um dos sete rios da cidade. A jovem Ayako, de 20 anos, olhava para o relógio: 8h15. Nesse momento a bomba foi lançada, livre do peso, o B-29(avião) deu um salto para cima. O Little Boy, “garotinho”, estava a caminho. Em segundos, um clarão silencioso foi visto na cidade. Do avião, o sargento Bob Caron fotografou o enorme cogumelo. Espantado com o impacto da explosão, o co-piloto Lewis escreveu em seu diário: “Meu Deus, o que fizemos?”.

Mapas da segunda guerra mundial

Os Horrores da Segunda Guerra Mundial (Holocausto):

Sem dúvidas, a Segunda Guerra Mundial foi marcada por grandes atrocidades, mas a maior delas foi Holocausto, quando as forças nazistas mataram 10 milhões de pessoas, 6 milhões só de Judeus.
Teve ainda a criação da bomba atômica, que foi jogada no Japão em duas cidades, Nagasaki e Hiroshima, causando grandes destruições em toda a parte.
Outra grande atrocidade foi o Massacre de Civis no leste europeu, quando as forças nazistas mataram todos que encontravam pela frente.
Não podemos deixar de falar dos temidos campos de concentração. Eles eram organizados sistematizados, setor de triagem, setor das câmaras de gás, setor do fornos crematórios e administração, como uma indústria.
Os campos de concentração eram utilizados para aprisionar pessoas e até famílias que tinham um pensamento diferente do pensamento do governo. Muitas vezes essas pessoas eram levadas aos montes para um lugar fechado onde inalavam um gás tóxico e acabavam morrendo, eram as chamadas câmaras de gás.

Avanço

Logo após o abandono da Sociedade das Nações (que já se ressentia da ausência dos Estados Unidos, URSS e Brasil) pelo Japão, foi a vez da Alemanha retirar-se. Anunciando a saída da representação germânica, Hitler declarou que o não desarmamento das outras nações obrigava a Alemanha àquela forma de protesto. Embora na realidade ele simplesmente desejasse furtar-se às peias que a Sociedade das Nações poderia opor à sua política militarista, o Führer teve o cuidado de reiterar os propósitos pacifistas de seu governo. Aliás, nos anos seguintes, Hitler proclamaria suas intenções conciliatórias em várias oportunidades, como meio de acobertar objetivos expansionistas.

O nazismo fortalecia-se rapidamente na Alemanha. Hitler precisava do apoio de Reichswehr para realizar o rearmamento alemão, mas a maioria dos generais mantivera-se até então numa atitude de expectativa em relação ao novo governo. A pretensão das tropas SA, manifestada por seus chefes em múltiplas ocasiões, de se transformarem em exército nacional, horrorizava os militares profissionais, educados na Escola von Seeckt. Parecia-lhes um absurdo entregar aquela pequena, mas eficientíssima máquina, que era Reichswehr, nas mãos dos turbulentos "camisas pardas", acostumados apenas a combates de rua. Hitler inclinava-se a dar razão aos generais, o que vinha contra os interesses dos SA mais radicais. Em alguns círculos da milícia nazista, já se falava na necessidade de uma segunda revolução que restituísse ao Partido o ímpeto inicial.

As execuções sumárias levadas a cabo na noite de 29 para 30 de Junho de 1934, realizadas por ordem expressa do Führer, passaram à História com o nome de Noite das Facas Longas. Quase todos os lideres das SA, a começar por seu chefe, o Capitão Ernst Röhm, foram passados pelas armas, juntamente com alguns políticos oposicionistas e o General von Schleicher (Kurt, 1882-1934), que era o maior opositor a Hitler no seio da Reichswehr. Tal decisão provocou a morte de algumas centenas de pessoas, muitas das quais eram fiéis do Partido, desde longa data.

Com essas execuções, o Führer atingiu um duplo objetivo: extinguiu os gérmens da rebelião entre os SA, desde então reduzidos a um papel meramente decorativo, e deu aos generais uma sangrenta garantia de que pretendia conservá-los na direção da Reichswehr. O expurgo fora levado a cabo pelas SS, tropas de elite do Partido, ligadas a Hitler por um juramento especial. Esse corpo de homens selecionados, formando uma verdadeira guarda do regime, iniciou naquele dia a ascensão que iria levá-lo, sob a chefia de Heinrich Himmler, ao controle total da vida alemã, em nome de Hitler. Em 1945, quase um milhão de homens tinha envergado o uniforme negro com a insígnia da caveira, partindo de um núcleo que em 1929 contava com apenas 280 elementos.

A Noite das Facas Longas fez a Reichswehr cerrar fileiras em torno de Hitler, que, reforçado por tal sustentáculo, pode então se dedicar a seus planos longamente acalentados.

A primeira tentativa expansionista do III Reich fracassou. Desde sua ascensão ao poder, Hitler vinha incentivando o desenvolvimento de um partido nazista austríaco, como base para uma posterior anexação da Áustria à Alemanha. Nessa época, os austríacos estavam sob o governo ditatorial do chanceler católico Engelbert Dollfuss, inquebrantável defensor da independência de seu país. Em 27 de Julho de 1934, Dollfuss foi assassinado em Viena, por um grupo de nazistas sublevados. Mussolini, temendo que os alemães ocupassem a Áustria, enviou tropas para a fronteira, enquanto a Europa era sacudida por um frêmito de indignação contra a Alemanha. Hitler, porém, recuou, negando qualquer conivência com os conspiradores austríacos. Dollfuss foi sucedido por von Schuschnigg (Kurt Edler, n. 1897), que continuou a política conservadora e nacionalista de seu antecessor.

Batalha do Stalingrado

A Batalha de Stalingrado foi uma importante operação militar conduzida pelos alemães e seus aliados contra as forças russas pela posse da cidade de Stalingrado entre 17 de julho de 1942 e 2 de fevereiro de 1943, durante a Segunda Guerra Mundial.
A batalha marcou o limite da expansão alemã no território soviético e é considerada a maior e mais sangrenta batalha de toda a História, causando a morte e ferimentos em cerca de dois milhões de soldados e civis.
Também foi marcada por sua extrema brutalidade e desrespeito às perdas militares e civis de ambos os lados, a ofensiva alemã sobre a cidade de Stalingrado, a batalha dentro da cidade e a contra-ofensiva soviética que cercou e destruiu todo o 6º Exército alemão e outras forças do Eixo, foi a segunda derrota em larga escala da Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial e a mais decisiva; a partir daí, a ofensiva passou totalmente para as mãos dos soviéticos até a vitória final contra o Terceiro Reich, em 8 de maio de 1945.